Revertendo o Diabetes tipo 2 com a Dieta Low Carb

Como reverter o diabetes tipo 2 sem remédios?

Esse artigo foi escrito pela nutricionista PhD Adele Hite e pelo médico endocrinologista Dr. Michael Tamber.

A adaptação e a tradução foram feitos por Thais Vidal e Pedro Camargo.

O original, em inglês, está aqui.

Você tem diabetes tipo 2 ou tem alguém na família diabético tipo 2?

Ter casos de diabetes na família próxima significa maior risco de desenvolver essa doença.

Você tem diabetes tipo 1 ou cuida de alguém que possui?

Se pelo menos uma das suas respostas foi afirmativa, você veio ao lugar certo.

Caso contrário, também não deixe de estudar esse texto com atenção, uma vez que ao final da leitura você saberá mais sobre açúcar, carboidratos e diabetes do que 95% da população.

Hoje nós revelaremos o que muitas pessoas com diabetes (ou pré diabetes) têm feito para melhorarem a saúde por meio da alimentação, sem remédios, e por isso iremos abordar os seguintes pontos:

  • o que é o diabetes;
  • quais os níveis ideais de açúcar no sangue;
  • quais são os efeitos da alimentação sobre esses níveis;
  • como reverter o diabetes por meio de uma alimentação saudável;
  • qual a ciência por detrás disso;
  • quais os cuidados que qualquer pessoa deve ter antes de realizar mudanças na alimentação;
  • minha mensagem de esperança pra você hoje.

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O que é o Diabetes Mellitus?

Simplificando, diabetes mellitus (DM) é um distúrbio dos níveis de açúcar no sangue (glicose), e também da insulina.

Neste distúrbio, há algo de errado com a maneira como o organismo produz ou usa a insulina.

A insulina, por sua vez, é um hormônio pancreático que reduz os níveis de açúcar no sangue, tendo a função de mover a glicose da corrente sanguínea para dentro das células.

O diabetes tipo 1 ocorre quando, por questões autoimunes (ou de outras razões raras), o pâncreas é danificado e não produz insulina.

Esse tipo de diabetes é mais frequentemente diagnosticado na infância, mas pode ocorrer também em adultos.

No caso do diabetes tipo 2, podem existir defeitos tanto na produção de insulina pelo pâncreas, quanto no uso da insulina pelo organismo, a chamada resistência à insulina.

Quando o dano às células produtoras de insulina do pâncreas progride de tal forma em que este órgão não consiga mais liberar espontaneamente insulina o suficiente, os níveis de açúcar no sangue aumentam.

O excesso de glicose no sangue é um sério problema, e com o tempo danifica os vasos sanguíneos por todo o corpo.

A danificação dos vasos, causada pelo excesso de açúcar no sangue, pode levar diabéticos a

  • problemas de visão,
  • insuficiência renal,
  • perda de sensibilidade nas extremidades do corpo,
  • formação de feridas
  • e até gangrena de tecidos, possivelmente levando a uma amputação de membros do corpo.

Além disso, nos diabéticos os tecidos do corpo não conseguem utilizar a glicose para obter energia de forma eficaz.

Isso ocorre porque uma grande quantidade desta glicose permanece na corrente sanguínea ao invés de entrar nas células.

É importante reconhecer que os níveis elevados de glicose são consequências de um processo subjacente que ocorre muito antes de ocorrer alguma elevação dos níveis de glicose no sangue.

Vamos explicar essa situação.

A Resistência à Insulina e o Diabetes

Antes de atingir níveis elevados de açúcar no sangue e receber o diagnóstico de diabético tipo 2, uma pessoa resistente à insulina possui insulina em excesso no sangue.

Isso ocorre devido à morte ou disfunção das células beta produtoras de insulina do pâncreas.

Essencialmente, no quadro de resistência à insulina o pâncreas tem dois problemas:

  1. sua capacidade geral de produzir insulina está piorando, e
  2. a insulina que ele é capaz de produzir não está funcionando corretamente.

Assim, o pâncreas produz cada vez mais insulina para superar essa resistência.

Ou seja, há um excesso de insulina em produção pelo pâncreas.

Toda essa insulina é produzida para manter normais os níveis de açúcar no sangue de alguém que está ingerindo excesso de glicose.

Porém, se o consumo excessivo de carboidratos se mantiver, haverá um momento em que a função das células beta será perdida, e o pâncreas não conseguirá mais produzir quantidades suficientes de insulina. 

Além de implicações na progressão do diabetes tipo 2, podemos lembrar também que insulina é o hormônio responsável pelo armazenamento de gordura.

E também reduz a capacidade das células de utilizar a gordura como fonte de energia.

Sabe aquela pessoa que passa mal após ficar apenas 2h sem comer? Então, esse é possivelmente um sinal inicial da resistência à insulina.

Eu também já escrevi sobre a efetividade da alimentação low carb para emagrecimento e diminuição dos níveis de insulina aqui.

Como consequência, o excesso de insulina em circulação pode levar ao ganho de peso, que por si só tem papel fundamental no desenvolvimento e no agravamento da resistência à insulina.

Isso mostra que se nenhuma medida for tomada, entramos em um ciclo vicioso

Primeiro, a resistência à insulina aumenta os níveis de insulina, que leva ao acúmulo de gordura e, consequentemente, aumento da resistência à insulina, levando ao ganho de gordura… e assim por diante. 

Ruim, né?

A boa notícia é que uma alimentação reduzida em carboidratos, e também o jejum intermitente, comprovadamente ajudam na reversão da resistência à insulina e no emagrecimento, o que nos leva a prevenção e também reversão do quadro de diabetes.

Níveis de açúcar no sangue: Normal, pré-diabético e diabético.

Como saber se os seus níveis de glicose no sangue estão ideais?

Se você ainda não sabe, pode testar em alguns segundos, seja no consultório do seu médico ou com seu próprio medidor de glicose. 

Você você opte por testar o açúcar no sangue em casa, leia e siga as instruções que acompanham o seu medidor.

Para a maioria dos medidores, o procedimento geral é:

  1. Com as mãos limpas, coloque uma tira-teste no medidor de açúcar no sangue.
  2. Pique a lateral de um dedo com a lanceta para tirar uma gota de sangue.
  3. Coloque a ponta da tira-teste na gota de sangue.
  4. Após alguns segundos, o medidor de açúcar no sangue fornecerá uma leitura.

Compare a leitura de açúcar no seu sangue com os intervalos abaixo:

  • Açúcar no sangue normal: menos de 100 mg/dL (5,6 mmol/L) após o jejum durante a noite e até 140mg/dL (7,8 mmol/L) duas horas após uma refeição.
  • Pré diabetes: entre 100-125 mg/dL (5,6-7,0 mmol/L) após jejum durante a noite. 
  • Diabetes: igual ou maior de 126 mg/dL (7,0 mmol/L) após jejum durante a noite, ou superior a 200 mg/dL (11,1 mmol/L) a qualquer momento.

Lembre-se que as leituras do glicosímetro não são consideradas precisas o suficiente para “carimbar” o diagnóstico de diabetes ou pré diabetes.

Se o açúcar no seu sangue estiver alto em um glicosímetro, peça ao seu médico para fazer um exame de sangue para confirmar o diagnóstico.

Adicionalmente, o médico deverá pedir também um exame para medir hemoglobina glicada, um marcador mais preciso e confiável para diagnóstico do diabetes mellitus.

Vale lembrar que uma única alteração de açúcar no sangue não é suficiente para garantir um diagnóstico de diabetes.

Por isso, mais exames e investigação serão necessários.

Alimentação e Diabetes Mellitus

Pessoas com diabetes têm problemas em manter os níveis de açúcar no sangue dentro da normalidade.

Como a insulina não consegue mais executar a sua função perfeitamente, o sangue acaba ficando “muito doce”.

E de onde vem esse “dulçor”?

O açúcar no sangue é proveniente de dois lugares: do fígado e dos alimentos que ingerimos.

Não há o que fazer para controlar a quantidade de açúcar que o fígado humano produz.

Dessa forma, é inteligente controlar a quantidade de açúcar dos alimentos que ingerimos.

Todos os alimentos são compostos por três grandes categorias, conhecidas como macronutrientes. Elas são:

  • carboidratos,
  • proteínas e
  • gorduras.

Muitos alimentos são uma combinação de dois ou três macronutrientes, mas geralmente agrupamos os alimentos de acordo com o seu principal macronutriente.

Carboidratos e níveis de açúcar no sangue

Os alimentos que se transformam em glicose quando são digeridos são chamados de carboidratos.

Quando a glicose entra na corrente sanguínea, ela passa a ser chamada de glicose no sangue, açúcar no sangue, ou mesmo glicemia. 

Quanto mais carboidratos forem ingeridos em uma refeição, mais açúcar é absorvido pela corrente sanguínea, e maior será o nível de açúcar no sangue. 

Embora poucas pessoas concordem que alimentos açucarados são bons para a saúde, alguns alimentos que o senso comum considera como “saudáveis”, como por exemplo as frutas, na verdade possuem muito açúcar.

Por isso é necessário atenção e consciência na hora de consumi-las.

Além disso, muitas pessoas não sabem que alimentos ricos em amido, como:

Rapidamente se transformam em açúcar no processo da digestão. 

Comer uma batata pode aumentar o açúcar no sangue tanto quanto comer nove colheres (de chá) de açúcar.

No entanto, pode ser difícil prever exatamente como o açúcar no sangue de cada indivíduo responderá, pois isso irá variar de acordo com a genética e a sensibilidade à insulina basal de cada pessoa.

Proteínas

Alimentos que contêm proteínas incluem

  • ovos,
  • aves,
  • carnes,
  • frutos do mar e,
  • em menor quantidade, queijo tofu.

Embora os indivíduos tenham respostas glicêmicas diferentes à ingestão de proteínas, consumir quantidades normais de proteína em uma refeição geralmente tem pouco efeito sobre o açúcar no sangue.

Isso torna as carnes, ovos, e alimentos ricos em proteínas no geral, uma opção segura para diabéticos, assim como a dieta carnívora.

Gorduras

A gordura proveniente da dieta praticamente não tem efeito sobre o açúcar no sangue.

O que também coloca as gorduras saudáveis como boas opções para diabéticos.

Alguns alimentos, como o abacate, são compostos principalmente por fibras e gordura.

Alimentos assim praticamente não aumentam os níveis de açúcar no sangue. Entretanto, não basta apenas possuir gordura.

Coisas como donuts e batatas fritas, que são compostos por gorduras e carboidratos, também aumentam muito os níveis de açúcar no sangue.

Resumindo, alimentos ricos em carboidratos irão fornecer grande quantidade de glicose após a digestão, independente do que os acompanha. 

Como reduzir o açúcar no sangue através da dieta?

Dieta Low Carb” pode ser uma resposta simples e direta para essa questão.

Mas será que sobra algum alimento gostoso para comer se restringirmos as comidas ricas em carboidratos?

Eu acredito que sim.

Inclusive eu publiquei um livro com 101 receitas deliciosas e fáceis para controlar o diabetes, o “Dominando a Dieta Low Carb”.

Você tem mais informações desse poderoso livro aqui.

Se você busca reverter ou prevenir o diabetes tipo 2, e não quer deixar de comer delícias como pizza, pães e doces, o meu livro de receitas irá te ajudar muito.

Mas como uma imagem vale mais que mil palavras, segue uma imagem interessante com apenas alguns alimentos que são deliciosos e não aumentam o açúcar no sangue:

Baixe gratuitamente uma lista com esses e outros alimentos low carb aqui.

Dieta Low Carb e Diabetes

Atualmente, muitas pessoas com diabetes tipo 2 estão escolhendo uma dieta baseada principalmente em alimentos com baixo teor de carboidratos, a famosa dieta low carb.

Felizmente, cada vez mais médicos também estão orientando seus pacientes a também fazerem esse tipo de dieta.

Isso porque, ao se iniciar a dieta low carb, nota-se melhorias muito significativa dos níveis de açúcar no sangue a partir das primeiras refeições.

A necessidade de medicamentos, especialmente de insulina exógena, geralmente é drasticamente reduzida em poucas semanas.

E perda substancial de peso, junto a melhorias nos exames, são resultados comuns da diminuição do consumo de carboidratos.

Além do mais, na dieta low carb é comum ouvir relatos de pessoas pessoas se sentindo melhores, tendo mais energia e vitalidade.

Resumidamente, a dieta low carb é uma forma comprovadamente eficaz de controlar o açúcar no sangue, e o melhor: é um modo muito seguro e nutritivo de se alimentar.

No entanto, se você estiver tomando medicamentos para diabetes, em primeiro lugar deve consultar seu médico para ajustar a medicação, de acordo com às mudanças na alimentação.

A necessidade de medicamentos, especialmente a insulina, provavelmente será bastante reduzida, e apenas um profissional capacitado terá condições de fazer os ajustes necessários.

A ciência da reversão do diabetes ganhando força

Em 2019, a Associação Americana de Diabetes (ADA) afirmou que reduzir a ingestão de carboidratos é a estratégia nutricional mais eficaz para melhorar o controle de açúcar no sangue em pessoas diabéticas.

Essa orientação foi uma grande “conquista” para defensores desse estilo de alimentação, uma vez que a ADA é conhecida mundialmente por ser um órgão de saúde conservador e avesso à mudanças.

Porém, com a grande concentração de evidências científicas a favor da dieta low carb no tratamento do diabetes mellitus, ficou impossível não elegê-la como uma estratégia para reversão da doença.

Um bom exemplo do que eu estou falando é essa revisão sistemática.

Nesse caso, foram comparadas dietas altas, moderadas e baixas em carboidratos no controle glicêmico de 2412 pacientes.

E o resultado final, ao passar de 3 meses, foi que os pacientes do grupo que fez dieta low carb foram os que produziram maiores reduções e controle nos níveis de açúcar no sangue.

Mas não para por aí, existem outros conjuntos de estudos e evidências que inclui várias revisões sistemáticas e meta-análises de ensaios clínicos randomizados (a mais alta qualidade de evidência científica existente). 

Como por exemplo essa meta-análise de 2017, que descobriu que as dietas com baixo teor de carboidratos reduziram a necessidade de medicamentos para diabetes e também melhoraram biomarcadores em pessoas com diabetes tipo 2.

Esses biomarcadores incluem:

  • redução na hemoglobina glicada A1c (HbA1c),
  • redução nos triglicérides, e
  • regulação da pressão arterial.

Além disso, a meta-análise também constatou em pacientes aumentos significativos no colesterol HDL, às vezes chamado de colesterol “bom”, por ser um item importante na proteção contra doenças cardiovasculares.

Já expliquei melhor a questão do “colesterol bom” e “colesterol ruim” nesse outro artigo.

Em outro estudo Virta Health, desta vez não randomizado, o grupo de intervenção de indivíduos com diabetes tipo 2 seguiu uma dieta com baixo teor de carboidratos, e recebeu monitoramento remoto por médicos e profissionais da saúde.

Após um ano, 94% das pessoas deste grupo de baixo teor de carboidratos reduziram ou interromperam o uso de insulina.

Também, 25% dos participantes tiveram a hemoglobina glicada HgbA1c, importante marcador de diabetes, na faixa de normalidade sem a necessidade de qualquer medicamento.

A diminuição na hemoglobina glicada é um bom sinal de que sua doença estava em remissão.

Ainda neste estudo da Virta Health, no longo prazo, na marca de dois anos após o início, uma alta proporção de indivíduos continuou a demonstrar melhorias no controle glicêmico. 

Essa evidência sugere que o diabetes tipo 2 não é, e não deve ser tratado como, uma doença progressiva e irreversível.

Claramente se trata de uma doença tratável, desde que seja adotada uma intervenção eficaz no estilo de vida.

Comer pão integral ou batata doce, grandes fontes de glicose, certamente não é o caminho correto.

Dieta Low Carb: Uma mensagem de esperança para os Diabéticos

Recentemente, há menos de 50 anos, o diabetes mellitus tipo 2 era uma doença extremamente rara.

Agora, em todo o mundo, o número de pessoas com diabetes está aumentando de forma incrivelmente rápida, e se aproxima de 500 milhões de pessoas.

Esta definitivamente é uma epidemia mundial causada pelo consumo excessivo de açúcar e carboidratos no geral.

No passado, o diabetes tipo 2 era raro, e também considerado uma doença progressiva, sem esperança de reversão ou remissão.

As pessoas foram – e às vezes ainda são – ensinadas a “controlar” o diabetes tipo 2, ao invés vez de reverter doença.

Mas felizmente a ciência cada vez nos mostra mais que existe reversão, e uma alimentação low carb bem feita é a chave para isso.

Hoje sabemos que as características do diabetes tipo 2 – altos níveis de açúcar no sangue e altos níveis de insulina – muitas vezes podem ser revertidas com uma dieta com baixo teor de carboidratos.

As pessoas não precisam apenas “gerenciar” seu diabetes conforme ele progride.

Em vez disso, muitas vezes elas podem reduzir o açúcar no sangue para níveis normais apenas a partir da alimentação, e podem evitar ou descontinuar o uso de vários dos medicamentos. 

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Níveis normais de açúcar no sangue e a diminuição ou ausência de medicação provavelmente significam uma ausência de progressão da doença e uma ausência de complicações.

Pessoas com diagnóstico de diabetes tipo 2 podem ter uma vida longa e saudável, com os dedos dos pés, visão e rins intactos. 

Se você não está tomando nenhum medicamento, pode começar sua jornada à saúde hoje.

Se você estiver tomando medicamentos para diabetes ou para outras condições, consulte seu médico antes de iniciar qualquer mudança no estilo de vida.

Como já citado, o acompanhamento médico é primordial para ajustes seguros na medicação conforme os níveis de açúcar no sangue melhorem. 

Concluindo

Como pudemos ver hoje, o diabetes mellitus tipo 2 é uma doença que pode ser revertida ou atenuada a partir de melhorias na dieta e estilo de vida.

Inclusive, como mostramos, estudos científicos que corroboram isso é o que não falta.

Caso você conheça alguém que esteja sofrendo com diabetes, pré-diabetes, que compartilhe este texto com eles.

Nunca sabemos quanta diferença um gesto simples como esse pode fazer na vida de quem está precisando da informação correta nesse momento.

Por outro lado, não posso de reforçar aqui o meu alerta sobre a necessidade do acompanhamento médico durante a transição alimentar de diabéticos.

Muitos conteúdos aqui compartilhados sobre o efeito do excesso de carboidratos no organismo são úteis a qualquer pessoa, uma vez que a prevenção do diabetes deve ser algo objetivado por todos nós.

E por isso eu acredito que você esteja considerando a possibilidade de iniciar a dieta low carb, mas talvez tenha medo disso ser algo difícil, caro ou sem sabor.

Foi exatamente por isso que eu separei nessa página receitas low carb super rápidas e práticas, além de um cardápio completo e estruturado para um desafio low carb de 28 dias.

Se você quer descobrir todos os sabores e praticidades de seguir uma alimentação low carb gostosa e sustentável no longo prazo, eu acho válido que conheça mais desse material, que eu chamei de Método Low Carb para Quem tem Pressa.

Agradeço a atenção desprendida até aqui, nos vemos em breve.

Abraços –

Pedro Camargo